As músicas e as palavras valem o que valem. Há quem as valorize de várias formas, há quem as distorça há quem as transforme em momentos inuteis ou as aplique constantemente de pessoa para pessoa e de contexto para contexto. Há quem se valorize eternamente com a música e há também quem inutilmente se tente valorizar através dela. Afinal a música são emoções e cada um faz dela o que bem lhe apetece... é como a democracia... cada qual faz quase e diz aquilo que quer mesmo que essas emoções fiquem arredadas a um canto. Tenho especial simpatia pelo Rui porque é uma pessoa com uma ligação fortíssima à minha terra. É sem dúvida o pai do rock mas que caiu no mainstream infelizmente. Este tema em particular, vale o que vale... porque é assim a música aliada às emoções, até porque se podemos mentir nas emoções estaremos a mentir à música que é reflexo do nosso estado de espírito , aos outros e até a nós próprios. Por isso mesmo e dependendo das circunstâncias podemos tornar-nos adoráveis, hipócritas, apaixonados, mentirosos, piegas umas vezes... levados a sério tantas outras. Por isso, não existem canções de amor. Existe música e o que queremos fazer com ela.
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As músicas e as palavras valem o que valem.
Há quem as valorize de várias formas, há quem as distorça há quem as transforme em momentos inuteis ou as aplique constantemente de pessoa para pessoa e de contexto para contexto.
Há quem se valorize eternamente com a música e há também quem inutilmente se tente valorizar através dela.
Afinal a música são emoções e cada um faz dela o que bem lhe apetece... é como a democracia... cada qual faz quase e diz aquilo que quer mesmo que essas emoções fiquem arredadas a um canto.
Tenho especial simpatia pelo Rui porque é uma pessoa com uma ligação fortíssima à minha terra.
É sem dúvida o pai do rock mas que caiu no mainstream infelizmente.
Este tema em particular, vale o que vale... porque é assim a música aliada às emoções, até porque se podemos mentir nas emoções estaremos a mentir à música que é reflexo do nosso estado de espírito , aos outros e até a nós próprios.
Por isso mesmo e dependendo das circunstâncias podemos tornar-nos adoráveis, hipócritas, apaixonados, mentirosos, piegas umas vezes... levados a sério tantas outras.
Por isso, não existem canções de amor. Existe música e o que queremos fazer com ela.
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